16.12.10
3.3.10
Bufaria & nojo

A verdade é que nunca nos afastámos realmente do país da bufaria, do gosto comezinho pela delação. Realmente, vale tudo neste jardim pequenino.
26.1.10
Derrota e morte de Saúl
Que Deus me permita falar com inteligência. Julgam que o seu nome é grande entre as nações, mas (perdoai-lhes Senhor) porque não sabem o que fazem. A condescência do mundo é exasperante. Ataquemos a guarnição desses velhos, a sua cabeça merece um corte fino, e talvez outros combatam por nós.
7.10.09
Isaltino de Jesus
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O lançamento de «O mar em Casablanca», de Francisco José Viegas, é hoje, às 22h00, na Cantina (Lx Factory, em Lisboa). O realizador António-Pedro Vasconcelos apresenta o livro. O Sr. inspector Jaime Ramos andará por ali, mas quem eu gostava mesmo de encontrar era o Isaltino.
Etiquetas: blogues, Francisco José Viegas, literatura
1.10.09
É tudo gente

(Catacombe dei Cappuccini, Palermo)
Eu gosto de cemitérios, esses repositórios de memórias e homenagens póstumas. Ali, é tudo gente morta e, ao contrário de mim, pouco abespinhada com as voltas que o mundo dá. Percorro em angústia os epitáfios. A brevidade. A inevitabilidade. A violência do julgamento: O que é o mundo? O que é? Nada. Na realidade, a vizinhança de um cadáver acelera a floração, as mais encantadoras violetas alimentaram-se da corrupção. A terra dos mortos, a própria morte, é fecunda: exquisitum alimentum est.
Eu gosto de cemitérios, esses repositórios de memórias e homenagens póstumas. Ali, é tudo gente morta e, ao contrário de mim, pouco abespinhada com as voltas que o mundo dá. Percorro em angústia os epitáfios. A brevidade. A inevitabilidade. A violência do julgamento: O que é o mundo? O que é? Nada. Na realidade, a vizinhança de um cadáver acelera a floração, as mais encantadoras violetas alimentaram-se da corrupção. A terra dos mortos, a própria morte, é fecunda: exquisitum alimentum est.
1.9.09
22.6.09
30.4.09
12.12.08
The melancholic youth of Jesus

Nada de Melancolia de Pedro Mexia (vai preparando a caneta para o autógrafo). Hoje, às 21:30h, no Incógnito.
9.12.08
Odi et amo

Hoje, 9 de Dezembro, na Livraria Bertrand do C.C. Dolce Vita, em Coimbra, pelas 21.30h, o Filipe Nunes Vicente lança o seu novo livro, Amor e Ódio (edição Quetzal). O Paulo Mota Pinto apresenta.
4.11.08
Isto é porreiro
É engraçado receber as visitas, algumas vêm muitas vezes por dia (não aquelas que nos são próximas, essas vêm cada vez menos, mas outras), é bom enviar os drafts de uma crónica e perceber que, do outro lado de uma linha invisível, alguém os lê e, melhor que tudo, gosta. É ainda melhor receber mails de encorajamento e até de agradecimento. Isto é porreiro. Esta coisa estranha que deixou de o ser.
28.10.08
Ao café
Eu nem sei bem como agradecer a distinção ao mítico José Carlos Soares e, sobretudo, as palavras tão elogiosas. Um grande abraço, José Carlos.
Etiquetas: blogues
24.10.08
Agradecimento
Ao Vítor Vicente, pelo dardo que me espetou no lombo e, sobretudo, pelo excelente trabalho que está a realizar na Editora Canto Escuro.
Etiquetas: blogues, literatura
19.10.08
Comeback kid

Por fim, o regresso. Sem ideias para recomeçar, porém. Talvez um diário da jornada (a Anne Carson ajuda). Entretanto, podem espreitar o volume de Novembro da NContrast. Ide ler que está tudo muito bonito. Na página 32 encontram uma (não muito interessante) crónica de um tal Francisco Curato (sic). Mito do eterno retorno, von Sandrart e Hopper numa única página. Memorável. Imperdível. Estúpido. Como o apelido do autor. Amanhã (ou assim) há mais e pior.
Etiquetas: blogues
16.10.08
5.9.08
La nausée
Aparece a indicação de que tenho a caixa de mensagens cheia. Apago algumas recentes e depois algumas antigas. E fico enojado com o que leio. Tenho o telemóvel cheio de mentiras. Um incomportável peso de mentiras escandalosas e reiteradas.
Etiquetas: blogues, citações, Pedro Mexia
11.8.08
Praise to the author

São cinco anos. É pouco tempo - uma tartaruga das Galápagos tende a concordar comigo. Cinco anos, para que saibam, perfazem meia década. É tempo de meio bilhete. É tempo de querer mais algum tempo. Na juventude o cansaço é apenas uma palavra morta nos dicionários. Pouco tempo, meio tempo, o tempo todo por vir.
Etiquetas: blogues
25.6.08
3.6.08
23.5.08
Weekly Review
É Outono (embora as folhas não caiam), estação triste e propícia às recordações. Lembro-me de Flaubert, claro. Mas também (sobretudo) do Henrique Fialho. Eis os factos: chove para além de uma janela que me defronta, o Insónia leva três anos de palavras (nanocontos, devaneios, literatura-macro). Estou feliz pelo Henrique.
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