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6.10.07

O mundo é um teatro em chamas [chamemos, pois, os bombeiros voluntários]

Convém, talvez, dizer qualquer coisa sobre mim. Não que seja importante dar-me a conhecer. A revelação do meu ser não é de agora, ao longo dos séculos procurei sempre mostrar-me mas poucos chegaram à essência do que sou na verdade. O meu nome é o menos importante. Não nasci. Não fui sequer gerado. Existo como o vento, como a pele nua que o sente quando passa. Sou um velho desconhecido das pessoas. Amei-as e fui amado por elas. Quando me começaram a esquecer também me fui esquecendo delas e dos seus anelos. Esta é a única possibilidade da história: o fim. Acabou. Factum fieri nequit infectum. Deixei de acreditar.
[Alexander Klöest, O deus que era ateu, pág. 9]

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