<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d5676375\x26blogName\x3dD%C3%A6dalus\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://daedalus-pt.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://daedalus-pt.blogspot.com/\x26vt\x3d-8110302918440701225', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

28.2.09

The Rostov-Lysenko syndrome

O homem iluminado (his arms like golden cartwheels*) dormiu enfim, duas noites lentas de sono e não mais. O sono (e talvez o tempo) é a medicina exclusiva dos sentimentos. O homem iluminado (his head like a spectral crown*) preferia sentir pena, ou ódio, alguma coisa que se visse (sentisse), mas não sentia nada, apenas a escuridão vazia do olvido – hão-de perdoar-lhe por isso. Hão-de entender isso: não queria saber de vocês, não vos conhecia sequer. Aniquilou cada um de vós em cada um dos seus neurónios. Suprimiu essa estranheza em si: a ferida que vos descrevia, que era a vossa carne inteira. O homem iluminado (we now know that it is time which is responsible for the transformation*), homem sem remorsos e grato pela farsa da vida.

Etiquetas: ,