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6.10.09

Passeio Público

(Não esquecer)

Ana Jorge, Paulo Mota Pinto, José Manuel Pureza, João Serpa Oliva, Victor Baptista, Pedro Saraiva, Horácio Antunes, Nuno Encarnação, Maria Almeida Santos e Maria do Rosário Águas. Estes são os novos deputados (embora alguns não sejam novatos nestas aventuras) eleitos pelo círculo eleitoral de Coimbra. Asseguro-vos que é boa ideia não deslembrar os seus nomes.

O que é que a cidade pode esperar deles? Independentemente do partido a que pertencem, julgo que Coimbra pode esperar mais, muito mais, dos novos parlamentares – tentarei consubstanciar esta afirmação. Considero, de resto, que a cidade deve exigir-lhes mais e melhor. Afinal, na legislatura anterior apenas duas acções de cariz local foram apresentadas na Assembleia da República. Os números comprovam uma tendência exasperante: Coimbra interessa mas apenas durante a campanha eleitoral.
(Sexta-Feira, 02/10, no Jornal de Notícias)
Facto: os deputados são eleitos por círculos eleitorais, mas o mandato do deputado é nacional. Isto é, a vontade dos parlamentares encontra-se, o mais das vezes, condicionada aos interesses de âmbito nacional instituídos nos programas dos partidos. A indiferença a que os círculos locais são votados resulta, em grande medida, da primazia dada aos problemas globais do país. Por outro lado, muitos dos deputados nem se dão ao trabalho de conhecer as dificuldades porque passam os círculos por onde foram eleitos – isto sim, é muito grave.

Como consequência dos resultados das eleições legislativas, o xadrez político conimbricense reconfigurou-se. Para além do Partido Socialista (PS) e do Partido Social Democrata (PSD), também o Bloco de Esquerda e o Partido Popular lograram eleger representantes por Coimbra. Novas concepções políticas, ideologicamente discrepantes, emergem. A cidade tem tudo a ganhar com isso: aumenta a «concorrência», aumenta a «eficiência». João Serpa Oliva e José Manuel Pureza não devem esquecer que foram os eleitores de Coimbra que os conduziram aos Passos Perdidos – os deputados eleitos pelo PS e PSD também não. Nós, os eleitores, não esquecemos.

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