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21.8.07

Santo António de Coimbra

De manhã fui à cidade e vi coisas muito lindas. Dependurado num poste, em frente à repartição das finanças, Joel Raimundo, o artista de variedades mais conhecido de Lausana, acenava às meninas que passavam. Moinando naquela viela escura, mesmo ao lado do BCP, os drogaditos do costume. Um advogado conhecido, daqueles que aparece regularmente na SIC, subia e descia a rua principal, olhos no chão e cabeça no ar. Uma miudita loira, muito pequena, comia carapaus fritos, inteiros, e ínfimas sardinhas, das quais só deixava a cabeça. Um pedinte, sem braços, estendia a mão ao passante remediado. E artistas de rua, ah, os artistas de rua, que cospem fogo e sabem que a América é que tem "a culpa disto tudo", não sei muito bem do quê e se isso é bom ou é mau ["ter culpa disto tudo"]. De manhã fui à cidade e vi coisas muito lindas. Lembrei-me de ti e de como ficavas bem na catedral do Campo Pequeno. Ou quase isso.

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