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8.7.04

Castrati?

Uma amiga, moída e cumulada de olheiras, dizia-me ontem que ia mandar castrar o siamês que, involuntariamente arredado das lides de conquista ateadas pelo cio, busca a vindicta nos móveis do apartamento ao mesmo tempo que proclama a plenos pulmões a sua desditosa condição de celibatário. Disse-lhe eu que tal procedimento é, no meu entender, de uma violência inaudita para o pobre animal, que o extirpa das únicas ferramentas que dão algum sentido à sua miserável vida. Afinal a malta anda cá para sobreviver e se reproduzir [entre outras coisas, mas pensem bem: é um gato!, não sabe ler, não pode ir ao cinema…]. Pelo menos a julgar pela exegese de Darwin e dos seus seguidores, entre os quais eu orgulhosamente me incluo. Ainda por cima o gatito ainda é virgem, id est, nunca gozou as delícias proporcionadas por um corpo de semelhante numa frescal noite de Janeiro. Indecência dupla. E os direitos dos animais?, atirei ainda, a matar. Mas quais direitos?!, esse tinhoso não me deixa dormir, sempre a miar a noite toda, revoltou-se a minha amiga. Com uma pontinha de ironia, exauri a homilia: Então corta-lhe a língua, faz-lhe menos falta que os tintins!

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