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18.6.08

DSM-IV, p. 350

Chove. Gotas moles, gordas, emudecem no telhado que completa esta única parede que me confronta. Chove – e quanto a isso nada posso fazer. Chove, hoje e talvez amanhã. Ontem não. Parece que é mesmo assim, uns dias chove e noutros faz sol. Os dias revezam os dias. É isso que se espera: o empirismo popular notou-o desde há muito, a poesia contou-o em milhares de páginas que mereciam uma incineração obstinada, a ciência ratificou-o em alguns tratados obscuros que toda a gente cita. Meteorologia bipolar, clima dado a caprichos - prima donna troposférica. O que esperar de ti? Uma foliage diaspórica e extemporânea, a barafunda homérica das aves migratórias, o sinistro esmaecimento dos decotes em flor. Não sei onde é que isto vai parar e não me parece correcto.
Adenda das 16:05h: entretanto, lá fora, o sol brilha novamente.

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