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2.10.04

The past is a foreign country

Psalm 31
O LORD, for I am in distress; my eyes grow weak with sorrow, my soul and my body with grief. My life is consumed by anguish and my years by groaning; my strength fails because of my affliction, and my bones grow weak.

Um dia, arrastado nas mochilas do 9.º ano, no largo e cimentado pátio entre os blocos B e C da Secundária Quinta das Flores, destinei a mim próprio a profissão de antropólogo, na especialidade biológica da ciência, com aproximações à evolução humana e à osteologia. A culpa imputo-a, porventura, a uma professora de biologia que andava a “escavar” em Évora umas “bruxas com a cabeça pregada ao solo sagrado da Sé”. Na faculdade, derrogado o espanto de olhar corpos sem carne, leio o egiptólogo inglês Marc Armand Ruffer, descendente de huguenotes, que no proémio do século transcorrido definia um novo saber, com o nome de paleopatologia, definindo-o como a ciência das doenças cuja existência pode ser revelada com base nos remanescentes humanos e animais de tempos pretéritos, cumulando evidências provenientes maioritariamente de restos esqueléticos mas também da arte (pintura, iconografia), da história e da literatura. Hoje, pego na Bíblia e, ao invés de glorificar as palavras de David ao glorificar Deus, descubro que o pai de Salomão talvez tenha sofrido de osteoporose senil. Tenho que procurar as páginas amarelas, em Coimbra não devem faltar bons psiquiatras.