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21.5.04

Guerra dos pequeninos

Havia levante e chovia. Voltei à casa velha, ensombrada por loureiros esmaecidos de verde, e recordei os verões que sucederam debaixo da figueira grande, na areia que iria construir a casa nova. No local onde brincávamos às guerras com soldadinhos de plástico e fazíamos prisioneiros que, sadicamente [como éramos cruéis, as crianças da casa], torturávamos até o plástico se tornar uma massa informe, existe agora uma cama de restolho, e algumas flores de que não sei o nome. O que fazíamos naqueles dias com aqueles soldaditos de plástico caqui e cinzento, de má qualidade, foram coisas que só gravei na minha memória. Não tínhamos máquinas fotográficas digitais, e, provavelmente, não éramos tão maus como aqueles soldados com coração de plástico, de má qualidade, de que falam as notícias.