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22.3.04

O Sheik do Apocalipse foi assassinado

O corpo frágil e insignificante de Ahmed Yassin, aprisionado desde os 12 anos numa cadeira de rodas [uma bomba que construía para, provavelmente, assassinar inocentes israelitas, explodiu-lhe nas mãos], contrastava com a sua proclividade ideológica radical, eivada de ódio a todos os judeus e “cruzados”, e que o orientava na construção da missão espiritual do Hamas [o zelo]: assassínio de inocentes israelitas, valorização dos ataques suicidas mesmo quando empreitados por crianças e mulheres, fuzilamento e apedrejamento de Palestinianos, especialmente mulheres e homossexuais, et coetera. De facto, o tetraplégico de barbas longas era tudo menos uma boa rês.
Apesar deste breviário do horror encenado moralmente pelo Sheik, eu repudio o seu assassinato, mesmo sabendo que foi motivado por razões políticas. Não sou, e espero nunca vir a ser, prosélito da máxima de Talião. Para além disso, porquê matar um homem em clara decadência física, que pouco mais iria viver, e, dessa maneira, transformá-lo num mártir? Agora que desapareceu fisicamente continuará a ser uma ideia poderosa ao dispor dos radicais do Hamas e das Brigadas dos Mártires da Al-aksa.