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10.10.03

A guerrilha

Disse aqui que, a provar-se a inocência do Dr. Paulo Pedroso, a perda de confiança na justiça portuguesa torna-se a reacção legítima dos indivíduos a uma sucessão de casos judiciais de contornos difusos (e.g., caso Moderna, caso Fátima Felgueiras, caso da Ponte Hintze Ribeiro, etc.) que, para bem da consciência colectiva, deveriam revestir-se de um manto de absoluta transparência.
Ontem, Paulo Pedroso foi libertado, certamente não absolvido. Mas... Até prova em contrário a presunção de inocência do ex-porta-voz do Partido Socialista é coisa certa e verdadeira. De qualquer maneira, e para mim que não sou homem de leis (certamente não um fora-da-lei), o contrário também se aplica, isto é, o homem já não se livra da fama de pedófilo e para alguns (muitos) ele é culpado (mesmo que realmente não o seja) desse crime hediondo.
Daí advém o meu questionamento: se Paulo Pedroso for inocente (eu não sei se é, até há quem diga que o facto de se ter levantado a medida de coacção máxima, não o ilibou de nada)
quem me diz que eu, tu, tu e tu não vamos, e por sermos do Benfica ou do Sporting, Católicos ou Budistas, Socialistas ou Sociais-Democratas, ser acusados de crimes por nós não cometidos, em nome de uma guerrilha suja que visa essas (ou quaisquer outras) instituições supra-pessoais?