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2.6.05

Uma manhã de tédio

Ainda hoje recordo aquela manhã, os vagares da anciania ainda não me assombram a memória. Fui ao banco com um trapo azul na cabeça. Mendiguei o dinheiro do cofre estendendo a mão armada. A menina da caixa assustou-se e vozeou desesperos. Surgiu a guarda, de trapos cinzentos, as mãos armadas com G3. O meu julgamento vacilou, os meus braços armados nem por isso. Matei um, dois, todos. Fugi. A mão recta da justiça prostrou a minha consciência. Entreguei-me no posto. Quase que me mataram de pancada. A mão da justiça não foi misericordiosa. Poupou-me para que eu viva todos os dias a morte daqueles inocentes.