<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d5676375\x26blogName\x3dD%C3%A6dalus\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://daedalus-pt.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://daedalus-pt.blogspot.com/\x26vt\x3d-8110302918440701225', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

28.4.04

Adenda despretensiosa ao cometimento hercúleo da Charlotte

Começo por manifestar a minha aversão a um português [idioma] coarctado e amputado de expressões ou palavras que, simplesmente por existirem, o enriquecem e diversificam. O problema maior de muitos bloggers lusos residirá, porventura, na recidiva falta de jeito para a gramática e ortografia, não na utilização da palavra “melindrar”, por exemplo.

De qualquer forma, louvo o empenho da Charlotte [uma querida, que nunca nega a ajuda a um aprendiz de escriba] em transformar a linguagem blogoesférica [existirá um neologismo melhor que este?] num proscénio limpo de fealdade e impurezas. Releio o meu texto anterior e detenho-me no vocábulo “persianas” (do Fr. persienne). Um galicismo, pois. Pondero uma alternativa e chego ao soberbo “estores”. Derivado do Latim “storea”, ofende, não obstante, a minha estética filológica. Veneziana e cortina também não servem. Demasiado a-poéticos. Fico com vontade de apagar o texto. Só me apetece chorar e beber vinho [expressão mítica a utilizar à vontade em contexto coloquial], sair para a rua e findar a tarde a pastar a toura.