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29.1.10

Passeio Público

(Mexam-se)
O terror é um país estrangeiro. Apesar do grafismo das imagens dos mortos comidos pelos escombros, apesar dessa pornografia pós-condoída (ou por causa dela), não sentimos como nosso, inscrito nos nossos próprios corpos, o terror diluviano do Haiti. A dor, purgada pela abominação das câmaras, torna-se incomensurável e, por isso, irremediavelmente distante.

Perante isto, a solidariedade é mera burocracia. No multibanco carrega-se o telemóvel, confere-se o saldo e transferem-se alguns euros para as contas da AMI ou da Cáritas. A consciência tranquiliza-se e, a partir desse momento, pode esquecer o sofrimento de um país inteiro. Obviamente, este tipo de solidariedade é essencial – e, em última análise, é o único auxílio consentido à maioria das pessoas. Port-au-Prince é demasiado pequena para a vaga de voluntários que subitamente se aprumou e é preciso que lá cheguem apenas aqueles que transpõem os limites risíveis de uma ajuda bem-intencionada, mas inconsequente.

Fernando Castro, professor em Coimbra, coordenador da associação juvenil conimbricense “Promundo”, não se conformou com as transferências bancárias e organizou uma viagem de auxílio ao país destruído pelo sismo. Os medicamentos, a água e os projectos para a construção de uma escola orientam este acto de magna solidariedade. Fernando Castro simboliza a energia e o alento de uma geração de estudantes, o futuro promissor da cidade de Coimbra.
A desesperança da catástrofe haitiana recorda-nos que a morte é, por vezes, um início (como nas “Memórias Póstumas de Brás Cubas”). Um início de rostos salgados e tristeza de sinos mas catalisador, uma vontade urgente de revivescer. Um professor de Coimbra deu o exemplo: que agora toda a cidade se “mexa” e ajude. Como puder.
(Hoje, 29/01, no Jornal de Notícias)

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26.1.10

Derrota e morte de Saúl

Que Deus me permita falar com inteligência. Julgam que o seu nome é grande entre as nações, mas (perdoai-lhes Senhor) porque não sabem o que fazem. A condescência do mundo é exasperante. Ataquemos a guarnição desses velhos, a sua cabeça merece um corte fino, e talvez outros combatam por nós.

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25.1.10

The family butcher

A melhor carne é a do talho «O João».

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24.1.10

Passeio Público

(Ventos de Espanha)
As autoridades portuguesas e espanholas parecem estar de acordo: a ETA pretende estabelecer uma base operacional em território português. As buscas do lado de cá da fronteira já começaram e todos os anexos, garagens ou barracas suspeitos têm sido prontamente esquadrinhados, revistos e vistoriados, não vá dar-se o caso de por lá se fabricarem bombas e outras armas de destruição maciça.

As investigações centraram-se nas regiões do Douro e Beira Litoral, concretamente no Porto e em Coimbra. Aparentemente, outras zonas, mais próximas da fronteira, não reúnem as características perfeitas para o estabelecimento de uma base permanente, uma estrutura a partir da qual a organização separatista basca pode lançar ataques sobre o país vizinho.

Contudo, uma base em Coimbra, com toda a logística associada, não queda pelo preço da uva mijona: recordemos o custo da habitação na cidade, sobretudo se a intelligentzia separatista procura apartamentos com garagem e quartos que cheguem para três ou quatro etarras (suponho que, apesar de bombistas, os filiados da organização não abdicam de um mínimo de privacidade).

Por outro lado, a cidade abunda em “festas Erasmus”, com estudantes espanhóis em barda, pelo que não será difícil a um terrorista passar despercebido entre aqueles jovens, dos mais típicos e emblemáticos da fauna académica conimbricense.

Ao “estudante Erasmus” acresce uma outra possibilidade de disfarce: a de turista. A afluência de espanhóis à cidade é razoável, e acha-se em crescendo, por via da oferta cultural e da aposta que a empresa municipal de turismo tem realizado em Espanha. Nas festas da Rainha Santa ou nos Dias Santos de Guarda, em frente ao memorial à irmã Lúcia, ou ainda na Biblioteca Joanina (e, quem sabe?, até no estádio Finibanco), não escasseiam na cidade os irmãos castelhanos, leoneses ou catalães. Enfim, que a partir de Coimbra se lancem as sementes da liberdade.

Entretanto, um protocolo da Universidade de Coimbra com o Banco Santander (instituição económica cantábrica e, portanto, vizinha do País Basco) vai permitir o restauro da Torre da Universidade. Há ventos que sopram desde Espanha, e nem todos são desagradáveis.
(Anteontem, 22/01, no Jornal de Notícias)

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18.1.10

A pleasant fate


(Alejandro Jodorowsky & Milo Manara: Borgia 2: Power and Incest; clicar sobre a imagem)

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15.1.10

Passeio Público

(O frio da rua)
Este desassossego com o frio faz mais pela devastação das esperanças da cimeira de Copenhaga que mil políticos juntos. Com este frio de tundra, quem é que compra, sem se rir, as teorias catastrofistas do “Aquecimento Global”? Provavelmente só os excêntricos do costume: cientistas, ambientalistas e um ou outro religioso, seduzido pela história das pragas do Egipto. De qualquer forma, pode ser retirada uma lição a partir do fracasso de Copenhaga: a próxima cimeira sobre o ambiente deverá ter lugar no Atacama, ou no Sara, no pico do Verão, para que os fiéis de Cuvier não desmereçam do calor.

Contrariando a posição científica dominante, um “sábio” da ONU, Mojib Latif do Instituto Leibniz (Alemanha), diz agora que é provável que o mercúrio dos termómetros baixe consideravelmente nos próximos trinta anos. Aproxima-se uma pequena Idade do Gelo (não é um novo filme com o esquilo Scrat), afirma convictamente o especialista em climatologia.

Tudo isto é preocupante. A indisciplina dos saberes. O desencontro de opiniões. Todavia, nas ruas poucos ligam aos avisos, às teorias, às previsões. O frio é uma realidade concreta, como a chuva e a fome. É um prego na tábua da solidão.

O director municipal de Desenvolvimento Humano e Social, Oliveira Alves, fala-nos de um aumento do número de sem-abrigo nas ruas da cidade de Coimbra. Mais corpos bárbaros e esquecidos, reprovados pela família, pela sociedade e pela fortuna. Estas assembleias de desilusão incorporam, não só os desvalidos do costume, os toxicodependentes, os alcoólicos, as prostitutas, mas também licenciados, desabrigados pela autoridade das circunstâncias, pela insuficiência humana do capitalismo tardio.

As equipas técnicas da Câmara Municipal de Coimbra prestam apoio a estas pessoas mas, a longo prazo, elas serão novamente esquecidas, e poucas serão resgatadas do frio e do insulamento dos dias. Parece não existir uma saída digna, ou mesmo discreta, desta solidão indizível. Os sem-abrigo existem mas quase ninguém os “vê”. Mesmo quando são licenciados.
(Hoje, 15/01, no Jornal de Notícias)

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11.1.10

Passe social

Uma coisa é a poesia, outra é o casamento e outra ainda é o cozido à portuguesa.

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10.1.10

Super cola (três)

Nem sequer chove, consolo dos fracos, nenhuma sombra, nenhuma injustiça ou revolta, nem sequer isso. Outra coisa. Uma canção desconexa mas não propriamente desconhecida. Um destino térreo, geométrico e encovado. A boca cerrada, sem riso ou rigor mortis, como se colada a uma eternidade forçada, mas inevitável. O resto, já o sabem, é tafonomia e escuridão.

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9.1.10

Passeio Público

Um balanço: duas crónicas
(Um balanço mínimo)
Hoje (um de Janeiro de dois mil e dez) começa um novo ano. Mas não é só: a data assinala, também, o início de uma década nova. Deste contexto balbuciante, ou desta, chamemos-lhe assim, data incipiente, não há ainda nada a dizer. A última década, pelo contrário, foi tiranizada pela disseminação global de “acontecimentos”, de “casos” e de “incidentes”, uns mais lamentáveis que outros, alguns benignos e agradáveis, outros simplesmente pavorosos - mas todos, de certo modo, importantes.

Da proliferação das redes sociais na internet, do 11 de Setembro, da maioria socialista ou da eleição de Barack Obama, deixarei que outros falem. Coimbra serve perfeitamente como ponto de partida (e de chegada) para um balanço mínimo da década que ora finda. Afinal, é de Coimbra que se extrai a concretude essencial destas crónicas.

Comecemos pelo início (honrando a tradição): a cidade de Coimbra, contrariando as expectativas dos cépticos, mudou muito desde o quase longínquo ano dois mil. Mais prédios (mas os preços da habitação continuam altíssimos), mais empresas tecnológicas, mais encerramentos de empresas “tradicionais”, mais desempregados, mais jardins (o magnífico «Parque Verde»), mais pontes, mais pólos universitários, mais idosos residentes. Um fartote. No meio do turbilhão, um nome incontornável: Carlos Encarnação.

O presidente da Câmara de Coimbra foi eleito em 2002 e, desde então, a sua influência sobre a cidade de Coimbra tem aumentado - para o bem e para o mal. Uma teoria adequada da moralidade depende da disjunção entre os propósitos e os resultados. Encarnação, durante oito anos, teve boas intenções mas não tão bons resultados. Falhou no principal, o desenvolvimento económico, mas também em aspectos subsidiários, mas importantes, como a cultura, a habitação ou os transportes públicos.

Os transportes e as vias de comunicação configuram, de resto, outro emblema da década conimbricense. A desilusão reiterada e incompreensível do projecto do metro ligeiro de superfície, iniciado formalmente em 2002, e a luta cívica contra a destruição de uma parte da mata do Choupal marcam definitivamente os anos mais recentes da cidade.

A passagem do Euro 2004 por Coimbra, a reconstrução do estádio e as tramas que se urdiram à sua volta, o Hospital Pediátrico por vir, a Ponte Europa/Rainha Santa, a recuperação do Convento de Santa Clara-a-Velha, a vereação de Mário Nunes, e outros assuntos, ficam para a semana. O ano é fresco, e o tempo ainda sobra para balanços tímidos.
(01/01 no Jornal de Notícias)

(Um balanço mínimo: conclusão)
Dir-me-ão, em consciência, que é difícil – ou mesmo impossível – compilar um breviário crítico de uma década inteira, mesmo que os assuntos convocados visem apenas um minúsculo retalho da geografia terrestre: a cidade de Coimbra. Não obstante, o balanço é necessário, e inevitável. O passado revela-se nestas listas e verificações de fim de década e consuma-se assim definitivamente, cedendo alguma experiência aos cidadãos e agentes políticos da cidade.

Durante a primeira década do século, a cultura da cidade foi tratada com delicadeza filisteia pelo ex-vereador da cultura da Câmara Municipal de Coimbra (CMC). Mário Nunes, verdadeiro fazedor de milagres, fomentou desavenças com agentes culturais, assistiu impotente à nomeação de Guimarães como Capital Europeia da Cultura de 2012 e desprotegeu a única grande sala de espectáculos da cidade, o Teatro Académico de Gil Vicente.

É certo que o Museu Machado de Castro e o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha reabriram, após anos de restauro, mas estes dois pólos de cultura verdadeiramente excepcionais devem pouco à CMC e ao responsável pela vereação da cultura.

Em 2004, Coimbra acometeu os lares da Europa do futebol. Os jogos da Suíça contra a Inglaterra e a França marcaram a fugaz, mas intensa, passagem do Euro 2004 pela cidade do Mondego. Dessa experiência memorável, remanesceram as latas vazias de cerveja, consumidas em barda pelos adeptos ingleses, e um estádio incaracterístico (nem sempre se acerta no seu nome, a pista de atletismo «afasta» os adeptos do relvado), sobredimensionado (a lotação não esgota sequer nos jogos com os clubes ditos «grandes»), fonte de polémicas e disputas legais (o que dizer das relações tumultuosas da tríade AAC/OAF, CMC e TBZ?). Não obstante, é um estádio com uma arquitectura agradável e o centro comercial que aquartela sobeja em lojas e cinemas (em quase tudo iguais às lojas e cinemas do outro grande centro comercial da cidade) e possui um hipermercado com boas promoções (como, de resto, todos os hipermercados da cidade).

Mal ou bem, na última década construiu-se um estádio em Coimbra, mas não um novo hospital Pediátrico, obra plácida e infinda – como outras na cidade (ex: o Metro Ligeiro de Superfície). A fixidez e a mansidão parecem ser, aliás, as imagens de marca da década, uma espécie de reactualização antrópica do ramerrame do velho “basófias”.
(Ontem, 08/01, no Jornal de Notícias)

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8.1.10

Machine-gunned, like dogs

Cabinda, Angola. O futuro é o petróleo, o amor insano por uma bala de chumbo. A revolução não é um jogo de futebol.

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7.1.10

Os livros de 2009

Em 2009 li menos poesia e apesar disso casei-me.
BD/Graphic Novel
Andy Digle; Jock. Green Arrow: Year One (8.5)
Andy Digle; L. Manco; D. Zezelj. Hellblazer: The Laughing Magician (9.0)
Andy Digle; Leonardo Manco. Hellblazer: Roots of Coincidence (8.5)
Andy Riley. The Return of the Bunny Suicides (6.0)
Ari Folman; David Polonsky. Waltz with Bashir: a Lebanon War Story (7.5)
Brian K. Vaughn; Pia Guerra; José Marzán Jr. Y The Last Man: Girl on Girl (7.0)
Brian K. Vaughn; Pia Guerra; José Marzán Jr. Y The Last Man: Paper Dolls (6.5)
Brian K. Vaughn; Guerra; Marzán Jr. Y The Last Man: Kimono Dragons (7.0)
Brian K. Vaughn; Pia Guerra; José Marzán Jr. Y The Last Man: Motherland (8.0)
Brian K. Vaughn; Guerra; Marzán Jr. Y The Last Man: Whys and Wherefores (8.0)
Jason. Pocket Full of Rain & Other Stories (8.5)
Jodorowsky & Manara. Borgia: du Sang pour le Pape (9.0)
Juan Díaz Canales; Juanjo Garnido. Algures Entre as Sombras (9.0)
Juan Díaz Canales; Juanjo Garnido. Arctic Nation (8.5)
Mark Millar; J.G. Jones. Wanted (9.0)
Mat Johnson; Tony Akins; Dan Green. Hellblazer: Papa Midnite (7.0)
Robert Kirkman; Tony Moore. The Walking Dead: Days Gone By (7.0)
Simon Oliver; Tony Moore. The Exterminators: Bug Brothers (7.0)
Simon Oliver; Tony Moore. The Exterminators: Insurgency (7.0)
Simon Oliver; Tony Moore. The Exterminators: Flags of our Fathers (6.0)
Van Hamme. Rani: Bâtarde (8.0)

Conto/Novela/Romance
Alessandro Manzoni. Os Noivos (8.0)
Agustina Bessa-Luís. Fanny Owen (8.5)
Aquilino Ribeiro. Casa do Escorpião (8.0)
Antón Tchékhov. Contos (7.5)
Camilo Castelo Branco. Impressão Indelével (7.0)
Carlos de Oliveira. Uma Abelha na Chuva (9.0)
David Lodge. Duras Verdades (6.5)
Evelyn Waugh. Brideshead Revisited (8.5)
Francisco José Viegas. Morte no Estádio (7.0)
Francisco José Viegas. O Mar em Casablanca (8.0)
GK Chesterton. A Argúcia do Padre Brown (7.5)
Gustave Flaubert. A Educação Sentimental (10.0)
Jorge Luís Borges; Margarita Guerrero. O Livro dos Seres Imaginários (7.0)
José Eduardo Agualusa. As Mulheres do Meu Pai (8.0)
José Eduardo Agualusa. Barroco Tropical (8.0)
J.G. Ballard. Aparelho Voador a Baixa Altitude (7.5)
J.G. Ballard. The Atrocity Exhibition (9.5)
J.K. Rowling. Harry Potter e os Talismãs da Morte (6.5)
Jorge de Sena. O Físico Prodigioso (8.0)
José Saramago. Caim (7.0)
José Vilhena. O Diabo e a Carne (7.0)
Júlio Dinis. Novelas do Minho (7.0)
Luandino Vieira. O Livro dos Guerrilheiros (7.5)
Machado de Assis. Memórias Póstumas de Brás Cubas (9.0)
Manuel Halpern. Fora de Mim (7.0)
Maria Gabriela Llansol. Os Pregos na Erva (7.5)
Max Aub. Crimes Exemplares (7.0)
Philip Roth. Deception (8.0)
PG Wodehouse. Época de Acasalamento (8.5)
Robert Musil. A Portuguesa e Outras Histórias (8.0)
Robert Musil. O Homem sem Qualidades I (10.0)
Roberto Bolaño. Nocturno Chileno (8.0)
Roberto Bolaño. 2666 (9.5)
Sándor Márai. A Herança de Eszter (7.0)
Thomas Pynchon. V (9.0)
Tony Bellotto. Um Caso com o Demónio (5.5)
valter hugo mãe. O Apocalipse dos Trabalhadores (7.0)

Poesia/Teatro/Biografia
Amadeu Baptista. Os Selos da Lituânia (8.5)
Bénedict Houart. Aluímento (8.0)
Herberto Hélder. A Faca não Corta o Fogo (8.0)
J.G. Ballard. Miracles of Life (9.0)
Konstandinos Kavafis. Poemas (9.5)
Luigi Pirandello. Seis Personagens à Procura de Autor (8.0)
Luigi Pirandello. Para cada um sua Verdade (8.0)
Molière. Casado à Força (7.0)
Pedro Mexia. Nada de Dois (8.0)
Ruy Belo. O Problema da Habitação (9.0)
Samuel Beckett. À Espera de Godot (9.5)

(as listas de 2007 e 2008)

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5.1.10

Primeiro orgasmo

Não rejeites o próximo, nem faças disso uma missão, não procures o castigo para a tua insensatez. Um ano é um ano, trezentos e muitos dias, não é uma torrente transbordante, ou uma fonte de sabedoria. Só a um ponto como tu afecta uma científica inexistência.

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